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domingo, 15 de abril de 2018

Número de Casos de Dengue, Chikungunya e Zika no Brasil - Novos dados de 2018

Os dados de dengue e chikungunya estão no Sistema de Informação de Agravos de Notificação – Online (Sinan Online), e os de Zika, no Sinan-Net. Os dados de população dos anos de 2015 e 2016 foram estimados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para o ano de 2017, foram utilizadas as estimativas populacionais de 2016.


Dengue
Em 2016, entre a SE (Semana Epidemiológica) 1 e a SE 52, foram registrados 1.483.623 casos prováveis de dengue, e em 2015, 1.688.688. Em 2017, até a SE 52, foram registrados 252.054 casos prováveis de dengue no país, com uma incidência de 122,3 casos/100 mil hab., e outros 247.206 casos suspeitos foram descartados. Em 2017, até a SE 52, a região Nordeste apresentou o maior número de casos prováveis (86.386 casos; 34,3%) em relação ao total do país. Em seguida aparecem as regiões Centro-Oeste (78.729 casos; 31,2%), Sudeste (59.601 casos; 23,6%), Norte (22.660 casos; 9,0%) e Sul (4.678 casos; 1,9%). 
Em 2018, até a SE 10, a região Centro-Oeste apresentou o maior número de casos prováveis (19.422 casos; 37,4%) em relação ao total do país. Em seguida aparecem as regiões Sudeste (18.013 casos; 34,7%), Nordeste (7.444 casos; 14,3%), Norte (4.644 casos; 8,9%) e Sul (2.407 casos; 4,6%). 

Febre de chikungunya
Em 2016, SE 1 a SE 52, foram registrados 277.882 casos prováveis de febre de chikungunya, e em 2015, 38.499. Em 2017, até a SE 52 (1/1/2017 a 30/12/2017), foram registrados 185.737 casos prováveis de febre de chikungunya no país, com uma incidência de 90,1 casos/100 mil hab.; destes, 151.966 (81,8%) foram confirmados e outros 52.285 casos suspeitos foram descartados. Em 2017, até a SE 52, a região Nordeste apresentou o maior número de casos prováveis de febre de chikungunya (142.131 casos; 76,5%) as regiões Sudeste (22.984 casos; 12,4%), Norte (16.570 casos; 8,9%), Centro-Oeste (3.679 casos; 2,0%) e Sul (373 casos; 0,2%). 
Em 2018, até a SE 10, a região Centro-Oeste apresentou o maior número de casos prováveis de febre de chikungunya (7.096 casos; 49,8%) em relação ao total do país. Em seguida aparecem as regiões Sudeste (3.642 casos; 25,5 %), Nordeste (1.844 casos; 12,9 %), Norte (1.559 casos; 10,9%) e Sul (120 casos; 0,8%). 

Febre pelo vírus Zika
Em 2016, SE 1 a 52, foram registrados 216.207 casos prováveis de febre pelo vírus Zika no país.  Foram confirmados laboratorialmente 8 óbitos por vírus Zika, a saber: Rio de Janeiro (4), Espírito Santo (2), Maranhão (1) e Paraíba (1). Em 2017, até a SE 52, foram registrados 17.452 casos prováveis de febre pelo vírus Zika no país, com taxa de incidência de 8,5 casos/100 mil hab.; destes, 8.839 (50,6%) foram confirmados. A análise da taxa de incidência de casos prováveis de Zika (número de casos/100 mil hab.), segundo regiões geográficas, demonstra que as regiões Centro-Oeste e Norte apresentam as maiores taxas de incidência: 39,3 casos/100 mil hab. e 12,4 casos/100 mil hab.,
respectivamente. Entre as UFs, destacam-se Mato Grosso (65,0 casos/100 mil hab.), Goiás (57,8 casos/100 mil hab.), Tocantins (44,9 casos/100 mil hab.) e Roraima (39,5 casos/100 mil hab.).
Em 2018, até a SE 10, foram registrados 1.174 casos prováveis de febre pelo vírus Zika no país, com taxa de incidência de 0,6 caso/100 mil hab.; destes, 197 (16,8%) foram confirmados. A análise da taxa de incidência de casos prováveis de Zika (número de casos/100 mil hab.), segundo regiões geográficas, demonstra que as regiões Centro-Oeste e Norte apresentam as maiores taxas de incidência: 2,4 casos/100 mil hab. e 1,0 caso/100 mil hab., respectivamente. Entre as UFs, destacam-se Tocantins (4,2 casos/100 mil hab.), Mato Grosso (3,8 casos/100 mil hab.) e Goiás (3,4 casos/100 mil hab.).


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