As imagens deste blog podem ser usadas livremente, desde que a fonte seja citada: http://ramonlamar.blogspot.com

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Uma sugestão para a Secretaria Municipal do Meio Ambiente...

Fotos: Ramon L. O. Junior
Já tem um bom tempo que venho sugerindo o plantio da grama-amendoim em nossos canteiros e praças, nos locais onde não é possível o trânsito de pessoas. Com muita alegria comecei a ver a mesma ser utilizada em locais como a Praça Alexandre Lanza e no entorno de palmeiras e sibipirunas da Lagoa Paulino. No entanto, em algumas plantas da Lagoa Paulino a outra opção de plantio não deu certo e na maioria das árvores o entorno está em terra quase nua.
Sugiro que na próxima vez que for feita a poda (apara) da grama-amendoim suas aparas sejam plantadas nos locais que estão em terra nua. Claro que tem que "fofar" a terra antes e tem que regar diariamente por pelo menos uns 10 dias (pode ser usando água da lagoa mesmo).
Só sugestão...

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Número de Casos de Dengue no Brasil - Novos dados de 2016

Os dados abaixo são oficiais do Ministério da Saúde a partir dos boletins epidemiológicos emitidos com atraso aproximado de um mês da data atual. 
Observem bem o gráfico, em apenas quatro meses decorridos em 2016 (dezesseis semanas) já estamos no terceiro lugar do somatório de casos anuais!!! 


OBSERVAÇÕES:

* Sobre Chikungunya: em todo o ano de 2015 foram 38.332 casos. Em 2016, nas 16 semanas analisadas já são 64.349.

* Sobre Zika: em 2015 não encontramos os dados exatos (apenas a informação que começaram a ser observados a partir de abril e que a doença atingiu 19 estados. Algumas "estimativas" do Ministério da Saúde chegaram ao duvidoso número entre 500.000 e 1.500.000). Em 2016, nas 16 semanas analisadas, já são 120.161.

domingo, 24 de abril de 2016

GINÁSIO COBERTO MANTIDO!!!

438 pessoas assinaram a petição pública que comecei aqui no blog em maio de 2013 (http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=ginasioc). Muito respeitosamente, solicitávamos ao Prefeito Márcio Reinaldo e ao então secretário de esportes que se mantivesse o ginásio coberto, frente a algumas ideias esdrúxulas e mirabolantes que então se propunha.


Agora, finalmente, temos a confirmação da manutenção e reforma do espaço. Conversei pessoalmente com o prefeito Márcio Reinaldo e agradeci em meu nome e tomei a liberdade também de fazê-lo em nome de todos que assinaram a petição pública. 
Demorou, mas o que vale é a conquista. Áreas anexas foram derrubadas e serão alvo de paisagismo. Nos resta agora aguardar para ter o nosso ginásio boa condição de uso, alento aos nossos atletas, esperança para nossa juventude.
Aproveito ainda para agradecer ao Vereador Dalton Andrade pela realização da audiência pública em 13 de agosto de 2013 sobre o tema, quando tive a oportunidade de entregar a relação de assinaturas colhidas.

Solicitei mais informações à prefeitura e recebi a mensagem abaixo:
Obras do Ginásio Coberto Dr. Márcio Paulino estão próximas de sua realização
A Prefeitura Municipal de Sete Lagoas, reconhecendo a importância do esporte e da educação na formação de valores sociais e desenvolvimento, tem realizado diversas iniciativas para a comunidade em torno dos setores. Neste sentido, o município será contemplado com a reforma, ampliação e modernização do Ginásio Coberto Dr. Márcio Paulino, que aguarda agora a conclusão de projetos complementares (elétrico, hidráulico e prevenção de incêndios) para início do processo licitatório.
O espaço, inaugurado em 1974, sofreu ao longo dos anos diversos desgastes naturais, decorrentes do tempo e da intensa utilização. Diversas intervenções parciais foram implementadas no período, mas os elementos receberam apenas reparos superficiais e chegaram a seu limite de utilização. Desta forma, foi indicada pelo deputado federal Leonardo Quintão a Emenda Parlamentar de nº 24810002, que prevê o contrato de repasse do Ministério dos Esportes no valor de R$292.500,00 com contrapartida do município no de R$7.500,00 para completa reestruturação do ginásio. O fato foi comemorado pelo prefeito Marcio Reinaldo que ressaltou o quanto estratégias como esta tem mudado a qualidade de vida do sete-lagoano: “Desde que começamos a dar uma atenção especial ao Esporte e o Lazer, foram vistos resultados importantes na autoestima da comunidade, prevenção de doenças, combate ao sedentarismo e afastamento de crianças de jovens das drogas e outros vícios. Acredito que é necessário dar continuidade em projetos deste tipo e oferecer espaços que propiciem a prática de suas atividades”, afirma.
O Ginásio Coberto Dr. Márcio Paulino é, pela sua história, um símbolo do esporte especializado no cenário estadual e nacional, moldado por grandes conquistas esportivas. Sua reforma o tornará novamente um espaço ideal para a prática de diversas modalidade, eventos oficiais do município e de federações desportivas do estado de Minas Gerais, além de mais uma opção para atividades de cultura e lazer. Do ponto de vista social, o ginásio trará grandes benefícios à comunidade, criando uma alternativa que possibilite atividades de formação para a vida, o fortalecimento de práticas comunitárias e o resgate do exercício da cidadania através da prática desportiva.
Comunicação/Prefeitura Municipal de Sete Lagoas

Obras de remoção de prédios anexos que estavam em péssimo estado de conservação. (Foto: Ramon L. O. Junior)
 
Informações sobre a reforma na fachada do Ginásio Coberto. (Foto: Comunicação Prefeitura Sete Lagoas)

sábado, 16 de abril de 2016

1a NIGHT RACE - SETE LAGOAS

Acabou de acontecer a Primeira Night Race Sete Lagoas que promete colocar a cidade no circuito de corridas noturnas. Foi disputada a caminhada de 5 km e corrida de 10 km, com premiação em dinheiro para a corrida, além de shows e brindes.
Estávamos presentes na chegada, representando a Faculdade Santo Agostinho que apoiou o evento juntamente com Petrolub, Supermercados Santo Antônio, Prefeitura Municipal de Sete Lagoas e organização da GARRA TOTAL.
As imagens da chegada foram feitas com celular e não ficaram lá grandes coisas, mas estão aí os frames dos três primeiros colocados e seus tempos extraoficiais!




Fotos: Ramon L. O. Junior

Procurando o fungo Ganoderma para estudos em Sete Lagoas.

Amigos,
estou orientando um trabalho na Faculdade Santo Agostinho sobre a ocorrência e consequências da presença do fungo Ganoderma em Sete Lagoas (e talvez cidades vizinhas). Quem encontrar, por favor, fotografe e mande uma imagem e endereço INBOX no Facebook para que possamos registrar mais dados (ou então como comentário aqui no blog). Abaixo algumas fotos. 

É um fungo grande, parece um orelha-de-pau mas é mais grosso. A borda pode ser esbranquiçada (mais escura nos mais velhos). Registramos ocorrências também em raízes (como se vê nas fotos). Algumas das espécies onde o fungo já foi encontrado aqui em Sete Lagoas: Sibipiruna, Pau-Ferro, Flamboyant e Ameixeira. 

Agradecemos profundamente!

domingo, 3 de abril de 2016

Primeiro de Abril

Excepcionalmente ontem não publiquei nenhuma notícia de "primeiro de abril", como é tradição do blog. Infelizmente o noticiário real está mais para "primeiro de abril" do que as maluquices que podemos inventar por aqui. Vamos esperar o país voltar à normalidade para que possamos retornar à brincadeira tão divertida (como o famoso caso da capivara Lili).





PS.: Todas são notícias reais do site SURREALISTA que é a versão do SENSACIONALISTA com casos estranhos... mas reais! Tá difícil fazer concorrência com a realidade! Ah... e tudo isso sem contar a nossa crise politico-financeira...

quarta-feira, 23 de março de 2016

Lagoa Paulino

Nosso principal cartão postal... bem no centro da cidade!!!

Foto: Ramon L. O. Junior

terça-feira, 22 de março de 2016

Comemoração do Dia Mundial da Água na Câmara Municipal

Ocorreu hoje (21 de março) uma sessão especial na Câmara Municipal a convite dos vereadores Dalton Canabrava e Caramelo. A sessão teve ainda a presença dos vereadores Padre Décio e Renato Gomes. Na oportunidade foram apresentadas mini-palestras a respeito do tema "A cidade e suas lagoas".


Infelizmente, por motivos profissionais (pois eu tinha que ministrar uma aula às 21 horas e a reunião começou com aqueles tradicionais 45 minutos de atraso), eu não pude assistir a todas as palestras e ao debate sobre os temas. Assisti apenas a palestra do Vinícius Barreto (Gerente Ambiental da Ambev) e da Daniela Ventura (Coordenadora do Curso de Eng. Ambiental e Sanitária da Faculdade Santo Agostinho). A palestra do Vinícius Vieira (Analista Ambiental da WWF-Brasil) eu só pude acompanhar o início. A palestra dos professores da UFSJ eu não tive como ver nada, infelizmente.
Espero que o Vinícius Vieira, por também estar ligado à Ambev, tenha aprofundado no tema "Lagoa Grande", uma vez que sua palestra era intitulada "Nascimento e Morte das Lagoas Urbanas e Rurais" e o Gerente Ambiental da Ambev nem sequer citou o nome da Lagoa Grande, detendo-se praticamente a mostrar as realizações da Ambev pelo mundo, com pouca alusão a Sete Lagoas. E espero também que as discussões tenham sido úteis em relação a esse tema em particular, que foi apontado na palestra da Daniela.
 
Daniela Ventura, durante sua explanação sobre a situação das nossas lagoas.
Durmo essa noite ansioso em receber notícias sobre o assunto.

Ramon Lamar de Oliveira Junior

domingo, 20 de março de 2016

Sem inveja...

Pelo menos uma invejinha já se foi. Aquela inveja boa que eu tinha dos cidadãos de Vitória que possuíam um grande estímulo para fazer atividades físicas (veja AQUI).
Ao seu modo, Sete Lagoas conseguiu a proeza de puxar seus cidadãos para as praças e outros espaços... aqueles espaços que são do povo mesmo e clama-se pelo seu melhor uso. O programa MEXA-SE colocou a atividade física na pauta com monitores e professores nas academias ao ar livre espalhadas agora por quase toda a cidade.
Muito bom ver isso acontecendo!!!

Encontro dos grupos do MEXA-SE, hoje, na Lagoa Paulino!!! Foto: Ramon L. O. Junior

Focar na Lua ou focar na Serra de Santa Helena?



Fotos: Ramon L. O. Junior
Fotos enquanto assistia ao GP da Austrália, na madrugada deste domingo.

quarta-feira, 16 de março de 2016

CONVERSA TELEFÔNICA ENTRE DILMA E LULA

Conversa telefônica entre Dilma e Lula revelam indícios de ações para atrapalhar as investigações da Operação LavaJato contra o ex-presidente Lula. A intenção parece ser a assinatura do termo de posse antes em caso de alguma tentativa de se prender o ex-presidente "só usa em caso de necessidade".
Essa e outras gravações feitas com autorização da justiça foram divulgadas pelo juiz Sérgio Moro, pouco antes de se confirmar o foro privilegiado de Lula por meio de uma publicação extraordinária de edição do Diário Oficial.
As gravações mostram também como o ex-presidente Lula interpreta o cenário da Câmara Federal, do Senado e do próprio STF, sempre com termos e expressões nada condizentes com o cargo que deve assumir (será?) de Ministro-Chefe da Casa Civil.

DILMA: Alô.
LULA: Alô.
DILMA: LULA, deixa eu te falar uma coisa.
LULA: Fala querida. “Ahn”
DILMA: Seguinte, eu tô mandando o “BESSIAS” junto com o PAPEL pra gente ter ele, e só usa em caso de necessidade, que é o TERMO DE POSSE, tá?!
LULA: “Uhum”. Tá bom, tá bom.
DILMA: Só isso, você espera aí que ele tá indo aí.
LULA: Tá bom, eu tô aqui, eu fico aguardando.
DILMA: Tá?!
LULA: Tá bom.
DILMA: Tchau
LULA: Tchau, querida.


Clique aqui: https://www.youtube.com/watch?v=5GWYepL3UFI

segunda-feira, 7 de março de 2016

Plástico: inimigo no controle do Aëdes aegypti

"Não pode ser tão difícil combater um mosquito!", "É o Brasil contra o mosquito!" e "Já conseguimos vencer o mosquito no passado!".
As frases acima escondem problemas difíceis de resolver. Primeiramente não se trata de apenas um mosquito. São bilhões de mosquitos no território nacional, nos lugares mais visíveis mas também nos lugares mais escondidos. A simplificação da comparação de tamanho "nós e o mosquito" simplesmente não faz o menor sentido e é carregada de um antropocentrismo do domínio do homem sobre "a criação" que está muito longe da realidade. Se o mosquito é pequeno, o vírus é menor ainda e estamos perdendo feio a guerra. A outra questão é o problema temporal.

Fonte: www.tvsolcomunidade.com.br
Os tempos agora são outros. Podemos ter tido sucesso contra o mosquito e outras pragas urbanas na década de 1950, mas agora o volume de lixo é impressionante. E no meio do lixo, o plástico! O plástico propicia todo tipo de criadouro que o mosquito necessita. E ninguém vai suspeitar de uma tampinha de refrigerante, até que a veja abarrotada de larvas do mosquito. 

Fonte: www.saocarlosemrede.com.br
É preciso mais que uma força-tarefa militar esporádica para resolver o problema. Que solução é essa que não tem continuidade alguma? É preciso o engajamento permanente, a luta noite e dia para se evitar a instalação dos focos de criação do mosquito.
Não bastasse a dificuldade do problema ainda temos que aturar a velha política governamental de não acreditar nos avisos que os especialistas no assunto nos dão. Muitas vezes ou quase sempre prefere-se afastar o "pessimista" (assim é que o especialista é tratado nesses meios) na típica atitude de avestruz, esperando que o problema passe sem nos incomodar.
Esses mesmos especialistas já nos alertam no sentido de que o tempo para combater o mosquito já está se esgotando (ou já se esgotou). Agora é investir na atenção aos doentes. Melhorar os pontos de atendimento e ampliar o número de médicos para trabalhar forte no tratamento e orientação das pessoas. Na crise que estamos (e tem gente que ainda não acredita), é provável que essa medida também não seja executada... e seja até mesmo ridicularizada.

Texto: Ramon L. O. Junior

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Microcefalia no Brasil em 2015/2016 - Informações do Ministério da Saúde


Os casos suspeitos de microcefalia em investigação pelo Ministério da Saúde e pelos Estados chegam a 4.107 em todo o país. Os números fazem parte do Informe Epidemiológico de Microcefalia, divulgado nesta terça-feira (23 de fevereiro de 2016). O boletim aponta, ainda, que 950 notificações já foram descartadas e 583 confirmadas para microcefalia e outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita.
Os 583 casos confirmados ocorreram em 235 municípios, localizados em 16 unidades da federação: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Rondônia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Já os 950 casos foram descartados por apresentarem exames normais, ou apresentarem microcefalias e/ou alterações no sistema nervoso central por causas não infeciosas.
Cabe esclarecer que o Ministério da Saúde está investigando todos os casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central, informados pelos estados e a possível relação com o vírus Zika e outras infecções congênitas. A microcefalia pode ter como causa diversos agentes infecciosos além do Zika, como Sífilis, Toxoplasmose, Outros Agentes Infecciosos, Rubéola, Citomegalovírus e Herpes Viral.
Os 4.107 casos em investigação representam 72,8% do total acumulado de 5.640 casos notificados desde o início das investigações em 22 de outubro de 2015 até 20 de fevereiro de 2016. O total notificado está distribuído em 1.101 municípios de 25 unidades da federação. Amapá e Amazonas são os únicos estados da federação que não tem nenhum registro de casos.
Ao todo, foram notificados 120 óbitos por microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central após o parto (natimorto) ou durante a gestação (abortamento ou natimorto). Destes, 30 foram confirmados para microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central. Outros 80 continuam em investigação e 10 já foram descartados.
Do total de confirmados, 67 foram notificados por critério laboratorial específico para o vírus Zika. No entanto, o Ministério da Saúde ressalta que esse dado não representa, adequadamente, a totalidade do número de casos relacionados ao vírus. A pasta considera que houve infecção pelo Zika na maior parte das mães que tiveram bebês, cujo diagnóstico final foi de microcefalia.
Até o momento, estão com circulação autóctone do vírus Zika 22 unidades da federação. São elas: Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Roraima, Amazonas, Pará, Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. Também houve a confirmação de transmissão do vírus em 29 países nas Américas.

ORIENTAÇÃO: O Ministério da Saúde orienta as gestantes adotarem medidas que possam reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti, com a eliminação de criadouros, e proteger-se da exposição de mosquitos, como manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida e utilizar repelentes permitidos para gestantes.

Distribuição dos casos notificados de microcefalia por UF, até 20 de fevereiro de 2016
Regiões e Unidades Federadas
Casos  de Microcefalia e/ou malformações, sugestivos de infecção congênita
Total acumulado de casos notificados de 2015 a 2016
Em investigação
Confirmados
Descartados
Brasil
4.107
583
950
5.640
Alagoas
102
25
85
212
Bahia
582
120
73
775
Ceará
256
33
46
335
Maranhão
151
14
16
181
Paraíba
440
59
291
790
Pernambuco
1.188
209
204
1.601
Piauí
81
32
14
127
Rio Grande do Norte
275
76
23
374
Sergipe
178
0
10
188
Região Nordeste
3.253
568
762
4.583
Espírito Santo
62
3
8
73
Minas Gerais
27
0
38
65
Rio de Janeiro
250
2
4
256
São Paulo
119
0
30
149
Região Sudeste
458
5
80
543
Acre
26
0
0
26
Amapá
Sem registro
Sem registro
Sem registro

Amazonas
Sem registro
Sem registro
Sem registro

Pará
10
1
0
11
Rondônia
10
1
0
11
Roraima
11
0
0
11
Tocantins
95
0
17
112
Região Norte
152
2
17
171
Distrito Federal
5
0
19
24
Goiás
80
6
2
88
Mato Grosso
123
0
50
173
Mato Grosso do Sul
5
1
5
11
Região Centro-Oeste
213
7
76
296
Paraná
2
0
13
15
Santa Catarina
0
0
1
1
Rio Grande do Sul
29
1
1
31
Região Sul
31
1
15
47

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Por que estou preocupado com o ESTUDO HIDROGEOLÓGICO de Sete Lagoas?

Muitas pessoas leem meus comentários aqui e acolá sobre o ESTUDO HIDROGEOLÓGICO de Sete Lagoas e ficam sem entender o motivo. Basta ler este estudo (está em inglês, se quiser, pule para o último capítulo "CONCLUSÕES", clique AQUI.
Em tons de cinza, a evolução dos limites da área urbanizada. Os pontos amarelos destacam acidentes geológicos (subsidências e colapsos que já ocorreram).

Museu do Ferroviário - Sete Lagoas - MG



Fotos: Ramon L. O. Junior

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015