As imagens deste blog podem ser usadas livremente, desde que a fonte seja citada: http://ramonlamar.blogspot.com

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Mais um barbeiro: predador?

Recebi do colega Leonardo Paiva mais um barbeiro para identificar. Esse não possui manchas laterais no abdômen e possui tromba curta e curva. Tudo indica que se trata de um barbeiro predador de outros insetos e que não ofereça qualquer tipo de problema para nós, a não ser quando eventualmente se sintam acuados e nos picam (como forma de defesa) o que pode ser doloroso. Conto com a opinião dos colegas biólogos. 
Confiram informações sobre os barbeiros clicando AQUI.
Fotos abaixo.



Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

terça-feira, 15 de abril de 2014

Erva-de-passarinho

A foto abaixo mostra as raízes da erva-de-passarinho (Struthantus flexicaulis) penetrando no caule de uma espirradeira (Nerium oleander).


A erva-de-passarinho é uma planta hemiparasita, ou seja, apesar de ter clorofila e ser capaz de fazer fotossíntese (produzir seu próprio alimento orgânico), ela precisa retirar a água e os sais minerais de uma planta hospedeira. Daí, ela envia raízes (haustórios) que penetram no caule da planta hospedeira e sugam a chamada seiva bruta.
A erva-de-passarinho é levada de uma planta para outra por meio de sementes presentes nas fezes de passarinhos que se alimentam de seus frutos.

Os frutos, ainda verdes, da erva-de-passarinho.
Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

domingo, 13 de abril de 2014

Aplicativo do AcheProvas (com provas do ENEM e outras)

Recebi um e-mail do amigo Marcony Felipe que desenvolve o AcheProvas com a dica do aplicativo para baixar provas do ENEM e de diversos vestibulares.


Por enquanto para Android 4.0 (ou superior) e Windows Phone 8. Aguardamos mais notícias do Felipe sobre o desenvolvimento das outras versões.

Notícia sobre o aplicativo: http://mercadowebminas.blogspot.com.br/2014/04/startup-empreendedor-mineiro-lanca.html

Link para baixar o aplicativo: http://acheprovas.com/aplicativos/

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Remoção de pragas das praças

Já comentei AQUI sobre a diferença entre capinar e cortar mato.
Aquela questão antiga (sobre remoção de braquiárias) continua no mesmo pé. Agora temos outra questão para atacar também: a praga das bordaduras (feitas com pingo de ouro, buchinho e outras espécies) e as plantas invasoras de espaços (como a Leucena - Leucaena).
As bordaduras já estão completamente fora-de-moda em paisagismo. Elas são complicadas de se manter (requerem podas periódicas e consequentemente um alto custo), escondem o interior dos jardins, dificilmente formam um cordão homogêneo (geralmente a bordadura fica "banguela") e ainda permite que marginais se escondam (ou escondam coisas em seu interior). Não me sinto muito seguro em assentar num banco de praça com essas verdadeiras moitas escondendo a visão, acho que o mesmo ocorre com outras pessoas.
As leucenas são leguminosas invasoras oriundas da América Central. Espalham milhares de sementes com grande potencial de germinação. Crescem muito rapidamente, podendo ser comparadas nesse aspecto ao eucalipto. Tem uso em agronomia, inclusive como alimento para o gado, mas mantendo-as baixas. Se florescerem e frutificarem, é bem capaz do fazendeiro perder o controle de sua proliferação. Havia leucenas no entorno da Lagoa Paulino e na Praça Dom Carmelo Mota. A Secretaria de Meio Ambiente autorizou a supressão das mesmas, mas tarde demais: as sementes já haviam se espalhado como se vê na foto abaixo das duas pragas juntas.


Precisamos arrancar definitivamente essas pragas e pensar nossas praças sem bordadura (como foi feito em frente à Igreja de Santana) e também com forrações que resistam a sombra das árvores (como foi feito na Praça Alexandre Lanza onde foi usada a grama-amendoim). Bom lembrar que a hera e as calateias são ótimas também para o sub-bosque formado pela sombra das árvores.

Ramon Lamar de Oliveira Junior

domingo, 6 de abril de 2014

Serra do Cipó - Abril de 2014

Em trabalho de campo com meus alunos da Engenharia Ambiental da Faculdade Santo Agostinho de Sete Lagoas e alguns alunos do Núcleo De Aprendizagem Pré-Vestibular que aproveitaram a "carona" no ônibus para "curtir" uma aula de campo no último sábado.










Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

terça-feira, 1 de abril de 2014

Estranhos desenhos na areia do Campo de Futebol da Lagoa da Boa Vista

Várias pessoas já relataram ter visto formas bizarras desenhadas na areia do campo de futebol da Lagoa da Boa Vista (Sete Lagoas, MG). Em geral tais figuras são avistadas bem cedinho, pelos primeiros caminhantes que aproveitam o horário para fazer suas atividades físicas. Círculos, quadrados, icosaedros e outras formas geométricas são feitas com precisão milimétrica, apesar de seus tamanhos descomunais.
Raramente é possível fotografar tais formas. Na maioria das vezes as marcas simplesmente não aparecem nas fotos, outras vezes já foram desmanchadas pelos praticantes do ludopédio.
Hoje recebi uma foto feita com uma técnica especial de iluminação que mostra uma dessas figuras. Meu colega fotógrafo, que prefere se manter no anonimato para não ser chamado de doidão, conseguiu obter a foto a partir de uma iluminação especial usando luz infravioleta misturada com ultravermelho. O resultado percebe-se abaixo:


A figura possui aspecto quase oval, tendo sua maior medida correspondente a exatos 30 cúbitos e sua parte mais achatada, 26 cúbitos. 
O significado da figura permanece obscuro, talvez uma referência a um prato da culinária francesa com duas batatas, uma alcaparra (quem sabe uma azeitona) e um aspargo. Tal explicação foi dada por outras pessoas que também tiveram a oportunidade de visualizar a figura e teria uma explicação semi-extraterrestre.
"Pensamos que algum visitante do espaço sideral tenha visitado a França e comido tal prato, gostado muito e tenha resolvido reproduzi-lo mundo afora", relatou ao nosso blog uma das pessoas que esteve presente quando a foto foi obtida.
Outros já pensam que não se trata de nada extraterrestre, a explicação seria mais simples e estaria relacionada com seres intraterrestres, incomodados com as obras recentes feitas no local e que gostariam de deixar sua marca no local para a posteridade.
Intra ou extraterrestres, tanto faz. O que se sabe é que tal feito não poderia ser realizado por seres humanos, uma vez que não há pegadas dentro ou fora da figura.
Um especialista em movimentos de areia afirmou-nos que a imagem pode ter sido produzida por formigas altamente disciplinadas, uma vez que os grãos de areia encontram-se todos orientados em minúsculas linhas no sentido norte-sul. Sabe-se já de longa data que formigas disciplinadas conseguem fazer desenhos mais simples usando minúsculas linhas de areia ou cristais de açúcar.
Pelo menos uma certeza temos: dessa vez a culpa não é das capivaras!
Aguardamos explicações dos cientistas e pesquisadores e temos certeza que logo chegaremos à verdade dos fatos.

Ramon Lamar de Oliveira Junior
Primeiro de Abril de 2014

segunda-feira, 31 de março de 2014

50 anos do golpe militar de 1964: hoje ou amanhã?

A história é escrita e reescrita. Afinal de contas, o Golpe Militar de 1964 ocorreu no dia 31 de março ou no dia Primeiro de Abril? 
Pois é, momento de recordarmos nossa história e tentar entender nosso mergulho no período da Ditadura e posterior ressurgimento no processo de redemocratização do país. Vale sempre lembrar o período mais negro da nossa história, quando promulgado o AI-5 (Ato Institucional Número 5), e o Jornal do Brasil encontra formas satíricas de se posicionar, sem ser percebido pelos censores. Clique para ampliar e leia as notícias à direita e à esquerda do nome do jornal.


A toxicidade da carambola

Desde que entendo alguma coisa de biologia, química e saúde, sei que o ácido oxálico (ácido etanodioico, HOOC-COOH) forma sais chamados oxalatos que são prejudiciais ao funcionamento renal. E que a presença do ácido oxálico e dos tais oxalatos em alimentos é bastante prejudicial aos portadores de deficiência renal. Por isso, é importante que tais pessoas evitem alimentos ricos em tais substâncias, como é o caso do tomate e seus derivados (molho de tomate e catchup, por exemplo).
Contudo, eu não sabia que a carambola (Averrhoa carambola) poderia apresentar uma concentração de ácido oxálico em torno de 1%, sendo assim, uma fruta bastante perigosa para os portadores das doenças renais. 
Estou lendo a obra "Plantas Tóxicas", um "Estudo de Fitotoxicologia Química de Plantas Brasileiras" (de Matos, F.J.A., Lorenzi, H. e outros) e deparei na página 130 com a descrição do problema. Segundo os autores:
"A literatura é bem vasta quanto aos acidentes ocorridos em seres humanos urêmicos, por terem consumido o fruto da carambola, mas não foram encontrados relatos de intoxicação envolvendo pessoas sem deficiência renal. São citados casos de pacientes renais mantidos ou não em tratamento por hemodiálise que, depois de alimentados com o fruto da carambola ou bebido seu suco, sofreram distúrbios graves, em alguns casos, de natureza fatal. Com base nessas ocorrências, sabe-se que dois ou três frutos ou 150-200 mL de suco de carambola, em pacientes com deficiência renal crônica, porém estáveis, podem desenvolver sintomas que variam da insônia, agitação, entorpecimento dos membros, fraqueza muscular, soluço persistente, confusão mental, insuficiência cardíaca e convulsões, até chegar à morte em casos mais graves."
Realmente é um quadro complicado e essa informação merece maior divulgação. Não são raros os casos de pessoas que acham que frutos muito suculentos são estimuladores da diurese e que poderiam fazer bem ao funcionamento renal. Percebe-se que a história nem de longe é essa e que a carambola seria classificada como um veneno para as pessoas com problemas renais.
Para mais informações, sugiro a leitura completa do texto, presente na obra cuja capa está reproduzida ao lado. Caso alguém necessite, posso enviar mais informações por e-mail.


Ramon Lamar de Oliveira Junior

quinta-feira, 20 de março de 2014

Últimas notícias sobre a Dengue em Sete Lagoas (março de 2014)

DENGUE: SÓ A UNIÃO DE FORÇAS MUDA UMA TRISTE REALIDADE
PARA ACABAR COM ELA, TODOS DEVEM AGIR.

A Dengue é um dos principais problemas de saúde pública no mundo. A Organização Mundial da Saúde estima que, por ano, 80 milhões de pessoas sejam acometidas pela doença. A Prefeitura de Sete Lagoas/Secretaria de Saúde muito se esforçou e conseguir reduzir drasticamente os casos notificados em 2014, comparando-se com 2013. No mesmo período do ano passado, a cidade já vivenciava uma epidemia de Dengue com 4758 casos notificados, contra 227 este ano. O governo não parou de agir. Várias ações de mobilização e conscientização foram realizadas durante todo o ano e o apoio da população resultou na diminuição dos casos.
Os Agentes do Controle da Dengue da Secretaria Municipal de Saúde, trabalharam incansavelmente para evitar uma nova epidemia este ano e, este trabalho está se mostrando bem sucedido como mostram os números divulgados nos boletins semanais. O apoio incessante do vice-prefeito, Ronaldo João, e dos Ministério Público Estadual e Federal também as outras Secretarias municipais, Codesel e Vina- empresa de coleta de lixo, contribuem para este resultado até agora positivo nas ações para contingência da dengue em 2014.

PNEUS
Em Setembro de 2013, o vice-prefeito iniciou com sua equipe e com o apoio do 4º GAAAe trabalho de recolhimento de pneus inservíveis. Ao todo, 5.500 pneus foram recolhidos das vias públicas, borracharias, residências e levados para um local apropriado para seu armazenamento. “Essa ação muito contribuiu para derrubar o número de casos da doença registrados no município. Os pneus são vilões na luta contra a Dengue. Armazenam água e, consequentemente, viram criadouros do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti”, adverte Dr. Ronaldo João.

VISITAS 
Paralelamente a ação desenvolvida pelo vice-prefeito e sua equipe, os Agentes do Controle de Endemias visitaram, seis vezes no ano de 2013 cerca de 90 mil imóveis, o que resultou no total de cerca de mais de 540 mil visitas por ano. Os Pontos Estratégicos como borracharias, empresas, floriculturas, cemitérios, Serra de Santa Helena e outros num total de 205 cadastrados foram visitados a cada 15 dias. 

PROLIFERAÇÃO
Como a proliferação do mosquito da dengue é rápida, além das iniciativas dos órgãos públicos, é importantíssimo que a população tenha consciência do seu papel na eliminação dos criadouros do mosquito. Os ACE em suas visitas informam que para se ter uma ideia, em 45 dias de vida, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas. O ovo do mosquito da dengue pode sobreviver até 450 dias, mesmo se o local onde foi depositado o ovo estiver seco. Caso a área receba água novamente, o ovo ficará ativo e pode atingir a fase adulta em um espaço de tempo entre 2 a7 dias. Por isso é importante eliminar água e lavar os recipientes com água e sabão. 

META
Para que Sete Lagoas fique bem longe desse vilão é importante que a população siga algumas recomendações, como: vedar ou telar ralos que podem acumular água; lavar semanalmente os bebedouros de animais; eliminar, furar ou colocar areia nos pratos de plantas; manter os vasos sanitários tampados e a caixa d’água fechada; além de realizar regularmente a limpeza das calhas. A ação mais simples para se prevenir a dengue é evitar o surgimento do mosquito Aedes Aegypti. A regra básica é não deixar a água, mesmo quando limpa, parada em qualquer tipo de recipiente. Para que os números não se repitam em 2014, é preciso ATITUDE de todos!

DISQUE DENGUE: 160

Prefeitura de Sete Lagoas/ASCOM Saúde – Natália Andrade – 18/03/2014

quinta-feira, 13 de março de 2014

Armadilhas Contra o Mosquito da Dengue : Solução do Problema ou Perigo?


IMPORTANTÍSSIMO: DIVULGANDO INFORMAÇÕES RECEBIDAS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

A mídia frequentemente divulga matérias que estimulam a instalação de armadilhas confeccionadas com garrafas PET, ou outras de simples confecção com ou sem alpiste ou outros materiais orgânicos, como uma forma de eliminar os mosquitos da dengue nas moradias. Questionados sobre esta situação esclarecemos:
O uso de armadilhas que coletam ovos larvas ou insetos adultos é um grande aliado, mas apenas para ações de monitoramento dos índices de infestação do mosquito. Lembramos que qualquer local com água parada, com alpiste ou sem alpiste, é utilizado pelo Aedes para a postura dos ovos .
A fêmea do mosquito da dengue não prefere utilizar as armadilhas a outros depósitos com água parada. Em seu instinto natural para sobrevivência dos ovos os dispersa em pequenas quantidades em vários locais dentro da residência.
Para ela, a presença da armadilha será entendida apenas um criadouro a mais e não impedirá que pratinhos de planta, caixas d'água e outros depósitos sejam utilizados para a desova. Mesmo as armadilhas que capturam as fêmeas não garantem que os ovos não tenham sido dispersados antes que elas entrem na armadilha, darão ao morador uma falsa sensação de segurança pois, ao ver mosquitos dentro do recipiente provavelmente descuidará na eliminação dos outros possíveis criadouros que existirem em sua casa.
Se não forem bem cuidadas e monitoradas as armadilhas oferecerão ainda maior risco para a população. O Ministério da Saúde recomenda cuidados especiais na utilização de qualquer tipo de armadilha para o Aedes aegypti e não aprova seu uso indiscriminado. Nas Diretrizes Nacionais Para Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue em sua página 80 o Ministério orienta: “No entanto, deve-se destacar que não existem evidencias de que estas armadilhas atuem como supressoras de mosquitos do meio ambiente; portanto, sua presença não tem impacto na redução de mosquitos e, por consequência, na transmissão de dengue.(...) não existe recomendação técnica para sua utilização pelos municípios na rotina das atividades de controle do Aedes aegypti.”
As armadilhas no monitoramento da dengue: Em Sete Lagoas já foram utilizadas armadilhas que capturam fêmeas adultas - Mosquitrap - e a atualmente estão sendo utilizadas armadilhas que capturam ovos - Ovitrampas, por serem mais "sensíveis" segundo os pesquisadores. No trabalho de monitoramento, desenvolvido pelas equipes do controle da dengue, atualmente, são utilizadas 113 armadilhas colocadas a 300 metros de distancia mínima entre uma e outra. Cada armadilha está registrada e tem um numero de controle e tem sua localização indicada no mapa/croqui da área. São visitadas semanalmente, quando são coletadas as palhetas onde a fêmea colocou os ovos, higienizada e colocada nova palheta identificada. O período de visita semanal para sua limpeza não pode ser ampliado ou interrompido. Em caso de impedimento para a continuidade da pesquisa, a armadilha deve ser "desativada" como acontece nos feriados prolongados. Os dados obtidos destas armadilhas são analisados junto a outros indicadores para monitoramento da presença do Aedes nos diversos pontos da cidade e então a Secretaria de Saúde planeja as ações contra a dengue para cada situação encontrada.
É importante ficar atento!
Contra o mosquito da dengue não existem soluções mágicas!
Apenas a verificação e eliminação dos criadouros existentes nos imóveis pelo menos uma vez a cada 7 dias garante uma maior segurança para todos!
Dengue! Ou a gente acaba com ela, ou ela acaba com a gente!

Atenciosamente,
Maria José T F Lanza

terça-feira, 4 de março de 2014

DESFILE DOS BLOCOS - CARNAVAL 2014 (04 DE MARÇO) - SETE LAGOAS

BLOCO DO BOI, ESTRELA VERMELHA e ESCOLA DE SAMBA IMPÉRIO VERDE E BRANCO















Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior

DESFILE DOS BLOCOS - CARNAVAL 2014 (03 DE MARÇO) - SETE LAGOAS

PIRATAS DO SAMBA - PERERÊ - ESCOLA DE SAMBA DEZ PRA DEZ - ESUCAB (ESCOLA DE SAMBA UNIDOS DE CAPIM BRANCO)










































Fotos: Ramon Lamar de Oliveira Junior